Logotipo
O Laboratório de Taxonomia de Poríferos, TAXPO, nasceu em 1997, e
desde então vem servindo de espaço para estudos taxonômicos
avançados focados neste grupo zoológico. Já passaram por seus
quadros diversos estudantes de graduação em estágios de iniciação
científica, estudantes de pós-graduação nos níveis de mestrado e
doutorado, além de pesquisadores em estágio de pós-doutoramento. O
cerne das pesquisas realizadas é a coleção biológica, em constante
expansão. Em 1997 eram apenas 72 esponjas, agora já são mais que
19000 na coleção MNRJ, e 5000 na coleção UFRJPOR. O número de
publicações geradas a partir deste material já ultrapassa as 130, entre
artigos científicos, capítulos de livros, livros, guias de campo e
colaborações com a mídia impressa. A área de atuação dos
pesquisadores do TAXPO vai além das fronteiras do Brasil há mais de
uma década, tendo o Chile, o Peru, a Antártida e a região do Caribe
como importantes áreas de trabalho, em resposta ao fato de que
fronteiras nacionais não espelham padrões biogeográficos com
exatidão, e são estes últimos que nos permitem compreender qual a
fauna que habita o mar brasileiro, e porque.

 

The Porifera Taxonomy Lab, TAXPO, born in 1997, has since then served
as a space for advanced taxonomic studies focused on this zoologic
group. Several undergraduate students in internships, graduate students
in master’s and doctoral levels, as well as post-doctoral researchers have
been part of the team. The core of the research is conducted on the
biological collection, which is constantly expanding. In 1997 there were
only 72 sponges in the collection, now the number has risen to 17,500 in
MNRJ , and 5000 in UFRJPOR. The number of publications generated
from this material already surpasses 130, among scientific articles, book
chapters, books, field guides and collaborations with the printed media.
The area of ​​expertise of researchers at TAXPO goes beyond the borders
of Brazil for more than a decade. Chile, Peru, Antarctica and the
Caribbean region are important areas of study in response to the fact that
national boundaries do not reflect biogeographic patterns, and it is the
latter that allow us to understand what the wildlife inhabiting the Brazilian
sea is, and why is it so.

 

 

copyright